NUTRIÇÃO COMPORTAMENTAL GANHA NOVOS ADEPTOS

A dieta que vai além da restrição alimentar

A nutrição comportamental é um movimento criado por Cynthia Antonaccio e Marle Alvarenga, duas nutricionistas de São Paulo que acreditam que, a alimentação baseada no comportamento, pode mudar a forma como as pessoas se relacionam com a comida.

O Brasil é o quinto país com maior índice de obesidade no mundo e, cada vez mais, busca-se por soluções para isso. As nutricionistas acreditam que a solução seria enxergar melhor a relação que as pessoas mantêm com os alimentos e resgatar o prazer em comer e degustar alimentos.

Como a nutrição comportamental começou

As nutricionistas começaram a questionar o porquê, apesar de toda a informação disponível sobre nutrição e emagrecimento e das muitas dietas existentes, a obesidade continuava crescendo de forma alarmante. Elas chegaram à conclusão de que, dietas restritivas podem deixar as pessoas transtornadas.

Uma vez que a dieta tenha sido terminada, as pessoas voltavam a devorar tudo que encontravam pela frente, levando ao famoso “efeito sanfona”. Outra forma de lidar com a alimentação é comer tudo que quiser de forma exagerada e depois se matar em treinos na academia ou correr por horas para perder as calorias consumidas.

Elas defendem a ideia de que esse comportamento não é saudável para o corpo e que mudar a relação com os alimentos é o melhor caminho.

Comer intuitivo: trata-se de estabelecer um relacionamento saudável com o alimento, a mente e o corpo, por meio da percepção dos sentimentos.

Pesquisas em nutrição comportamental

A nutrição comportamental é baseada em evidências e artigos científicos. O Journal of the Academy of Nutrition and Dietetics revelou o alto grau de sucesso de 20 programas nutricionais baseados na capacidade de identificar os sinais internos de fome e saciedade. De maneira geral, constata o estudo, houve melhora nos hábitos alimentares e na autoestima das pessoas que participaram dos programas.

Comer intuitivo na nutrição comportamental

Para chegar a um estado de equilíbrio e amizade com a comida, várias técnicas ajudam. Um dos pilares da nutrição comportamental é o “comer intuitivo”. Trata-se de estabelecer um relacionamento saudável com o alimento, mente e corpo por meio da percepção dos sentimentos.

Assim, as pessoas conseguem perceber se estão comendo por fome ou por gula, ansiedade ou outros motivos. Faz com que as pessoas consumam o que quiserem, mais de forma comedida até estarem saciadas e sem fome.

Também deve procurar mastigar com calma em locais adequados, sem pressa e evitar comer de pé ou andando. Comer em frente de televisão também pode atrapalhar essa percepção. Aprender a diferença entre saciedade e ansiedade é o ponto chave da nutrição comportamental.


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